Melhor Maquininha de Cartão e Quais Evitar (Janeiro 2026)

Vitor Silveira
Atualizado em:
Informações verificadas por Gustavo Borges Com mais de 10 anos de atuação em bancos e operadoras de cartão, Gustavo é especialista em fintechs e analisa taxas e adquirência de pagamentos no Maquininha Certa.
Sem tempo para ler tudo? Essa é a melhor maquininha de 2026.
🥇 T3 Plano Max — menor taxa do mercado, recebimento sem dor de cabeça e atendimento que funciona. 👉 Clique aqui para ativar 92% de desconto com nosso cupom. 🔗

Escolher uma maquininha em 2026 ficou ainda mais complicado.

Sempre a mesma história: promessas de “sem aluguel”, “recebe na hora”, taxas que parecem ótimas no site… e quando você vê, tá pagando mais do que devia.

É muita informação confusa, e ficar comparando site por site é perder tempo.

Por isso nós fizemos o trabalho por você: analisamos as principais maquininhas disponíveis em Janeiro de 2026, testamos as mais relevantes, e montamos este ranking atualizado com as taxas reais.

Algumas empresas de maquininhas nos forneceram descontos e cupons exclusivos para compartilharmos com nossos leitores, basta clicar no botão “ATIVAR OFERTA” se estiver disponível.

Está com pouco tempo? Aqui estão as Melhores Maquininhas em 2026.
  1. T3 Ton Max — menor taxa do Brasil, aceita CPF, internet grátis e zero aluguel
  2. SumUp Smart — maquininha PDV integrado: controle estoque, funcionários e caixa
  3. Infinite Smart — taxas melhores conforme as vendas, moderna, rápida e com boa bateria
  4. Moderninha Pro Fit — maquininha mais barata com chip grátis que pode sair 100% de graça
  5. T3 Smart Ton Max — a maquininha Smart com melhor preço e com as menores taxas
  6. Yelly Pro — a menor taxa para quem vende parcelado e sem faturamento mínimo

As melhores maquininhas de cartão — nossa análise completa

Janeiro de 2026 chegou com o mercado mais competitivo do que nunca.

Ton, SumUp e PagBank baixaram preços e lançaram promoções fortes. Receber na hora, pagar menos no parcelado, aceitar vale-refeição, tudo disponível agora.

Não sabe qual maquininha é ideal para o seu negócio?

Faça nosso teste rápido de 1 minuto e nossos especialistas vão te mostrar qual maquininha se encaixa melhor no seu negócio.

Maquininha

Quanto você vende por mês na maquininha?

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Comparando maquininhas com base nas suas respostas…

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Toda semana 2.000+ pessoas usam nossas ferramentas para escolher uma maquininha

Abaixo, você confere nosso ranking atualizado com as melhores maquininhas de cartão de 2026.

🥇1. T3 Ton Max (Plano Exclusivo) — A maquininha com a menor taxa do mercado, suporte 24h e garantia vitalícia.

Menor Taxa do Mercado
Pagamento por aproximação (NFC)
Aceita Pix QR Code
Conexão Wifi e Chip de Dados
Comprovante impresso
Sem aluguel
De: R$ 570,00 por 12x de R$ 10,64
ou R$ 127,68 à vista (92% OFF)
A menor taxa do Brasil para recebimento no mesmo dia
Aceita CPF e CNPJ (maioria dos concorrentes só aceita CNPJ)
Não tem aluguel nem mensalidade, você paga apenas as taxas por venda realizada.
Chip 3G com Internet Grátis + Wi-Fi integrado – sem mensalidade
Aceita +50 bandeiras, incluindo vouchers (Alelo, Sodexo, VR, Ticket)
Bateria de 8 a 12 horas + Garantia Vitalícia

Se você vende no CPF ou no CNPJ e já percebeu que as taxas acabam comendo uma parte do lucro, o Ton costuma ser uma opção mais em conta. A maquininha funciona bem tanto pra quem trabalha por conta quanto pra quem já tem um negócio rodando.

Usando nosso link exclusivo, dá pra acessar o Plano Max do Ton, que normalmente fica disponível só para algumas pessoas. E isso vale tanto pra CPF quanto pra CNPJ.

Enquanto muitos concorrentes travam planos melhores ou exigem condições específicas, o Ton acaba sendo mais simples. Serve pra quem está começando e também pra quem já vende todo mês e quer reduzir a taxa.

A Ton está com uma promoção ativa em Janeiro de 2026:

  • Pix: 0,00%
  • Débito: 0,38%
  • Crédito à vista: 0,38%
  • Parcelado em 12x: 7,64%

Hoje, essas são as menores taxas do mercado. Elas valem por 30 dias ou até atingir R$ 5 mil em vendas. Vale muito a pena aproveitar enquanto ainda dá.

Para quem recebe no mesmo dia e vende entre R$ 10 mil e R$ 15 mil por mês, as taxas ficam em 1,60% no débito, 3,50% no crédito à vista e 13,15% no parcelado em 12x. 

Na prática, o Ton sai bem na frente. A InfinitePay, por exemplo, cobra 2,29% no débito e 5,49% no crédito à vista para receber no mesmo dia. Em R$ 10 mil no crédito, isso vira R$ 549 de taxa. No Ton, dá cerca de R$ 350, quase R$ 200 a menos todo mês.

Se você vende mais que isso, as taxas melhoram ainda mais.

Melhor Maquininha de Cartão

A T3 vem com chip 3G gratuito com três slots diferentes. Você coloca o chip da operadora que pega melhor na sua região (Claro, Vivo, TIM, a que você quiser).

Tem Wi-Fi integrado também. E o melhor: você não paga mensalidade de chip, não paga internet, não paga nada de conexão. Tudo grátis.

Sobre o Pix: você pode gerar QR Code de graça no app do Ton e deixar no balcão. O cliente escaneia, paga e você não paga taxa nenhuma.

Na maquininha, o Pix é grátis no primeiro mês. Depois, cobra 0,99%. Mas se você usar o QR Code do app, continua zero sempre.

A maquininha é simples de usar, ativa rápido e aguenta um dia inteiro de vendas, seja em feira, evento ou delivery.

Aceita todas as bandeiras: o Ton aceita cartão de crédito, débito, Pix, aproximação (Apple Pay, Google Pay) e mais de 50 bandeiras, e agora em 2026 incluindo vale-alimentação e vale-refeição (Alelo, Sodexo, VR, Ticket).

O app mostra todas as vendas em tempo real e gera relatórios claros. Também tem o TapTon, que transforma o celular em maquininha por aproximação, útil em dias mais cheios.

Ajuda muito quando você esqueceu a maquininha em casa, ou quando o movimento tá bombando e você precisa de um terminal extra pra não perder venda. Já salvou muita gente.

A T3 foi feita pra aguentar um dia de vendas. Tem pezinhos de borracha embaixo pra não deslizar do balcão, é pequena pra caber na mochila ou na bolsa, e é resistente pra sobreviver às batidas do dia a dia.

O Ton faz parte do grupo Stone e tem monitoramento constante contra fraudes. O suporte funciona 24 horas e a garantia da maquininha é vitalícia.

A conta digital é sem mensalidade. Você recebe os pagamentos direto nessa conta, faz Pix grátis ilimitado (sem limite de quantidade ou valor) e gera link de pagamento pra vender online se quiser.

A T3 entrega exatamente o que pequenos e médios empreendedores brasileiros precisam: taxas baixas, tecnologia que funciona todo dia, bateria que dura e um suporte que responde.

O Ton tem nota 9,3 de 10 no Reclame Aqui (verificado em Janeiro de 2026). É a melhor avaliação entre todas as maquininhas de cartão do país.

Tem menos reclamações que qualquer outra empresa do setor, e quando tem problema, eles resolvem rápido.

O valor da T3 é 12x de R$ 10,64 sem juros (total R$ 127,68 à vista), sem mensalidade ou aluguel. Você consegue esse valor com nosso cupom, economizando ainda mais.

O que eu não gostei: Você precisa acionar o suporte para habilitar os vouchers manualmente, o que é chato, mas isso acontece com qualquer maquininha. E o chip 3G, apesar de funcionar bem, não é tão rápido quanto um 4G quando você precisa processar várias vendas seguidas. Mas funciona muito bem.

Se você vende todo mês e quer reduzir o valor gasto com taxas, a T3 faz sentido. Ainda dá pra pegar o Plano Max enquanto a promoção está ativa e aproveitar o nosso cupom exclusivo de 20% de desconto.

🥈2. Sumup Smart — Maquininha com PDV, controle de vendas e relatórios em um só lugar

Bateriz que dura o dia todo
30 dias de teste
Aceita Pix QR Code
Conexão Wifi e Chip de Dados
Comprovante impresso
Sem aluguel
De: R$ 598,80 por 12x de R$ 14,90
ou R$ 178,80 à vista
Taxas competitivas: 0,80% débito (acima de R$ 50 mil /mês) + Pix 0% sempre
PDV completo integrado: gestão de estoque, produtos, funcionários e relatórios
Tela 6,5″ em HD: touch screen completa, parece um celular
Chip 4G com internet ilimitada grátis (eSIM) + Wi-Fi
Impressora integrada: comprovantes e relatórios na hora
Aceita vouchers: VR, Ticket, Sodexo, Alelo

A SumUp Smart é mais que uma maquininha. Ela funciona como um sistema de gestão completo para o comércio.

Enquanto maquininhas mais simples apenas processam as vendas, a Smart permite controlar estoque, identificar os produtos mais vendidos e fazer o fechamento de caixa automaticamente.

Ela aparece em segundo lugar principalmente porque suas melhores taxas exigem um faturamento mais alto. Quem vende abaixo de R$ 50 mil por mês costuma encontrar mais vantagem no Ton (1º lugar).

Por outro lado, se você já tem volume de vendas e precisa de um PDV completo em uma maquininha, a SumUp Smart é uma opção mais consistente.

As taxas da SumUp são progressivas: quanto mais você vende, menores elas ficam. Para quem fatura entre R$ 5 mil e R$ 20 mil por mês, os valores são:

  • Pix: 0%
  • Débito: 1,49%
  • Crédito à vista: 3,49%
  • Parcelado em 12x: 13,99%

Nessa faixa, as taxas ficam um pouco acima das do Ton. A diferença é que a SumUp Smart oferece um sistema de PDV integrado, o que o Ton não tem.

Quando o faturamento passa de R$ 50 mil por mês, a SumUp se destaca: o débito pode chegar a 0,80% e o crédito a 2,85%. Para quem vende bastante, essa redução faz diferença no custo total.

A tela é grande, com 6,5 polegadas em alta definição. O sistema roda Android, o que facilita a navegação e o uso no dia a dia do balcão.

A maquininha vem com chip 4G e internet ilimitada via eSIM, sem custo adicional. Também funciona com Wi-Fi, oferecendo mais segurança de conexão.

A maquininha foi projetada para o uso intenso de um dia em um comércio. Aguenta quedas de e a bateria dura mais de 8 horas em uso contínuo.

Ela imprime comprovantes e relatórios diretamente. Também é possível enviar o comprovante por e-mail ou SMS.

O controle de equipe permite criar perfis com permissões diferentes. O atendente pode vender, mas não acessa saldo ou configurações, o que ajuda na organização e na segurança.

Aceita cartão com chip, aproximação (NFC), tarja magnética, Pix com QR Code, Apple Pay e Google Pay. As vendas podem ser parceladas em até 12 vezes, com recebimento na hora ou em 1 dia útil (taxas melhores).

Também aceita os principais vales-refeição e alimentação, como VR, Ticket, Pluxee/Sodexo e Alelo, o que é importante para quem trabalha com alimentação.

O aplicativo da SumUp mostra as vendas em tempo real e gera relatórios detalhados, permitindo acompanhar tudo pelo celular.

A SumUp oferece 30 dias para teste. Se não gostar, é possível devolver e receber o valor de volta. O suporte funciona por chat, e-mail e telefone.

O valor da SumUp Smart é 12x de R$ 14,90 sem juros, totalizando R$ 178,80 à vista, sem mensalidade ou aluguel.

O principal ponto negativo é que a curva de aprendizado para usar um PDV. Quem nunca usou um sistema desses pode levar alguns minutos para se adaptar.

A SumUp Smart faz sentido para quem tem comércio físico, bom volume de vendas e precisa de controle de estoque, produtos e equipe, além de buscar taxas menores no longo prazo.

Para quem ainda está começando ou vende pouco, o Ton costuma compensar mais. Já para quem quer profissionalizar a gestão e já tem volume, a SumUp Smart justifica o investimento.

🥉3. Infinite Smart — Pague menos, venda mais e controle tudo com a maquininha da InfinitePay.

Bateria de longa duração
Tela touchscreen
Aceita Pix QR Code
Conexão Wifi e Chip de Dados
Comprovante impresso
Sem aluguel
De: R$958,00 por 12x de R$ 15,33
ou R$ 183,96 à vista
Taxas competitivas pra receber em 1 dia útil: 1,37% débito / 3,15% crédito
Plano Nitro: receba na hora quando quiser (ativa/desativa a qualquer momento)
Taxa zero no Pix e taxas reduzidas conforme volume de vendas aumenta
Maquininha Smart completa: instala apps de gestão
Cartão com cashback de 1,5% + Pix grátis ilimitado
Só aceita CNPJ (não aceita CPF) – precisa de Wi-Fi ou chip próprio

A Infinite Smart aparece em terceiro lugar na comparação geral, ela não fica nas primeiras posições porque aceita apenas CNPJ (não funciona para CPF, como o Ton) e não inclui chip de internet gratuito.

Ainda assim, para quem já tem CNPJ e trabalha em um local com Wi-Fi, ou usa um chip 4G próprio, a Infinite Smart acaba sendo uma opção interessante.

O preço é 12x de R$ 15,33 sem juros, totalizando R$ 183,96 à vista com nosso cupom aplicado. Fica um pouco acima da T3 Smart do Ton (R$ 175), mas ainda abaixo de muitas maquininhas smart disponíveis no mercado.

As taxas variam conforme o prazo de recebimento. Para quem recebe em 1 dia útil, elas são progressivas, quanto maior o faturamento, menores os percentuais. Para vendas de até R$ 20 mil por mês:

  • Pix: 0%
  • Débito: 1,37%
  • Crédito à vista: 3,15%
  • Parcelado em 12x: 12,40%

Acima de R$ 20 mil mensais, as taxas caem ainda mais. A InfinitePay considera o faturamento total de todos os CNPJs vinculados à conta para definir a faixa.

Já no recebimento imediato, usando o Plano Nitro, as taxas são fixas, independentemente do volume:

  • Pix: 0%
  • Débito: 2,79%
  • Crédito à vista: 5,99%
  • Parcelado em 12x: 18,79%

O Plano Nitro pode ser ativado ou desativado a qualquer momento, inclusive em feriados e fins de semana, o que ajuda quando surge a necessidade de receber na hora.

A InfiniteSmart roda Android e permite instalar aplicativos diretamente na maquininha, como sistemas de gestão ou apps. A tela tem 6,5 polegadas, é grande, facilitando a navegação e a digitação.

Ela conta com um recurso automático que ajuda a criar o catálogo de produtos a partir de fotos. É útil para quem tem muitos itens e quer economizar tempo no cadastro.

Em relação à conexão, diferente do Ton e da SumUp, a InfiniteSmart não vem com chip de internet. É necessário usar o Wi-Fi do estabelecimento ou um chip de dados próprio.

Para quem trabalha em local fixo com Wi-Fi, isso normalmente não atrapalha. Já para quem atua em feiras ou eventos, pode ser um ponto negativo.

A maquininha aceita cartão com chip, aproximação, tarja magnética, Pix com QR Code, Apple Pay e Google Pay, com parcelamento em até 12 vezes. Por outro lado, não aceita vales-refeição ou alimentação, como Ton e SumUp.

A conta digital PJ da InfinitePay não tem mensalidade e recebe automaticamente o valor das vendas. O saldo pode render até 105% do CDI, o que pode gerar um rendimento próximo de R$ 100 por mês mantendo R$ 10 mil na conta.

Também permite Pix ilimitado gratuito, pagamento de contas e oferece cartão com cashback de 1,5%.

Há ainda recursos de cobrança automática: é possível cadastrar clientes e o sistema envia lembretes de pagamento. Eles podem pagar via Pix ou parcelar no cartão, o que ajuda quem trabalha com mensalidades ou recorrência.

O aplicativo mostra as vendas em tempo real, gera relatórios completos e permite criar links de pagamento para vendas à distância.

A InfinitePay tem selo RA1000 no Reclame Aqui e boa reputação no atendimento, com suporte por telefone.

O valor da InfiniteSmart é 12x de R$ 15,33 sem juros, totalizando R$ 183,96, sem mensalidade ou aluguel.

O principal ponto negativo é a ausência do chip de internet. Além disso, as taxas do Plano Nitro são mais altas do que as de concorrentes no recebimento imediato.

A InfiniteSmart faz sentido para quem tem CNPJ, trabalha em local fixo com Wi-Fi, busca uma maquininha smart com bom custo-benefício. Para quem vende até R$ 20 mil por mês e recebe em 1 dia útil, as taxas são competitivas.

Não é indicada para quem precisa vender no CPF, trabalha na rua sem Wi-Fi ou precisa aceitar vales em restaurantes e mercados.

4. Moderninha Pro Fit — Para quem está começando: a mais barata com chip grátis que pode sair 100% de graça

Bateriz que dura o dia todo
Pagamento por aproximação
Aceita Pix QR Code
Conexão Wifi e Chip de Dados
Comprovante impresso
Sem aluguel
De: R$ 95,88 por 12x de R$ 6,99
ou R$ 83,88 à vista
Preço baixo: R$ 83,88 à vista (12x de R$ 6,99) – mais barata que Ton e SumUp
Chip de internet grátis + Wi-Fi – sem mensalidade de conexão
Aceita vouchers: Alelo, Ticket, Sodexo (ideal pra restaurantes e mercados)
Cartão de crédito internacional com 1% cashback – sem análise de crédito
Garantia de 5 anos + bobinas grátis + suporte 24h

A Moderninha Pro Fit da PagBank é uma das opções mais baratas pra quem está começando e não quer gastar muito logo de cara.

Ela custa R$ 83,88 (12x de R$ 6,99) e é a maquininha mais em conta entre as que têm chip de internet grátis e aceitam vouchers.

E tem mais: se você vender R$ 10 mil nos primeiros 30 dias, a PagBank devolve 100% do valor da maquininha em cashback. Ou seja, pode sair de graça.

A PagBank trabalha com taxas progressivas no Plano Super Max. Nos primeiros 30 dias ou até R$ 5.000 em vendas:

  • Pix: 0%
  • Débito: 0,58%
  • Crédito à vista: 0,58%
  • Parcelado em 12x: 7,98%

Depois desse período, quem vende acima de R$ 2.000 por mês paga 1,44% no débito, 3,49% no crédito à vista e 13,78% no parcelado em 12x. Abaixo disso, as taxas aumentam um pouco.

O que realmente chama atenção é esse período inicial com taxas bem baixas, tempo suficiente pra testar a maquininha, ver se funciona pro seu negócio e tentar atingir os R$ 10 mil em vendas.

A Moderninha Pro Fit vem com chip de internet grátis e Wi-Fi, sem cobrança de mensalidade. A bateria aguenta até 7 horas de uso contínuo, o que dá conta de um dia normal de trabalho. O comprovante pode ser impresso ou enviado por SMS.

Ela aceita as principais bandeiras e também vouchers como Alelo, Ticket, Sodexo e VR, o que faz bastante diferença pra quem tem restaurante ou lanchonete.

A PagBank te dá um cartão de crédito internacional grátis com 1% de cashback, sem análise de crédito. É limite garantido. Todo dinheiro que você gasta volta 1% pro seu bolso: compras, reposição de estoque, despesas do negócio.

A conta digital, tanto PF quanto PJ, é gratuita. As vendas caem direto nela, dá pra fazer Pix, pagar contas e usar o dinheiro sem restrição. As bobinas de impressão também são fornecidas sem custo.

O suporte funciona 24 horas por dia e a garantia é de 5 anos, acima da média do mercado.

O ponto negativo é a taxa do parcelado fora da promoção, que é alta. Quem vende muito parcelado vai sentir esse custo. A bateria também não é das mais longas, embora seja suficiente para a maioria dos casos.

No geral, é uma boa escolha para quem está começando, vende mais à vista e quer investir pouco. Se as vendas andarem rápido no primeiro mês, o custo da maquininha acaba sendo zerado.

5. T3 Smart Ton Max (Plano Exclusivo) — A maquininha Smart mais barata com as menores taxas.

2x mais bateria
Touch-screen
Aceita Pix QR Code
Conexão Wifi e Chip de Dados
Comprovante impresso
Sem aluguel
De: R$ 655,17 por 12x de R$ 14,60
ou R$ 175,20 à vista
Maquininha Smart mais barata do Brasil: R$ 175,20 (com nosso cupom)
Mesmas taxas da T3: promoção 0,38% + Plano Max exclusivo liberado
Android completo: instala apps de gestão
Conexão garantida: Chip 4G grátis e ilimitado mais Wi-Fi integrado.
Bateria mais forte: dura o dia todo mesmo rodando apps
+50 bandeiras aceitas incluindo vouchers + garantia vitalícia

A T3 Smart do Ton tem um dos melhores custos-benefício entre as maquininhas Android disponíveis hoje. Ela combina recursos mais avançados com um preço que ainda fica abaixo de boa parte das concorrentes da mesma categoria.

Ela ficou em quinto lugar no ranking não por falta de qualidade, mas porque custa um pouco mais que a T3 comum. Ainda assim, pra quem precisa de Android e chip 4G, esse valor extra acaba compensando.

A diferença de preço existe, mas vem acompanhada de recursos que fazem sentido para alguns tipos de negócio.

As taxas e planos são os mesmos da T3 comum: promoção de 0,38% no débito e no crédito, Plano Max disponível pelo nosso link, além de aceitar CPF e CNPJ.

Isso mantém o custo de transação baixo, principalmente para quem está começando ou ainda tem volume menor de vendas.

O que muda mesmo é o hardware. A T3 Smart roda Android, então dá pra instalar apps direto nela, como aplicativos, sistemas de PDV, controle de pedidos ou gestão simples. Isso elimina a necessidade de usar celular ou tablet separado em alguns casos.

Outro ponto importante é o chip 4G, diferente do 3G da T3 comum. Isso costuma deixar a conexão mais rápida e estável, principalmente em locais com sinal instável.

São três slots para operadora, e o plano de internet continua sem mensalidade, o que evita custo fixo todo mês.

A bateria também é mais forte e aguenta um dia inteiro de uso, mesmo com aplicativos rodando em segundo plano. Para quem trabalha com delivery, feiras, eventos longos ou passa muitas horas fora de um ponto fixo, isso faz bastante diferença no dia a dia.

A tela é maior e totalmente sensível ao toque, facilitando digitar valores, conferir pedidos e navegar nos aplicativos.

Quem usa cardápio digital, precisa mostrar produtos para o cliente ou trabalha com pedidos mais detalhados percebe essa vantagem.

Ela aceita as mesmas bandeiras da T3 comum, incluindo vouchers como Alelo, Sodexo, VR e Ticket, além de cartões por aproximação.

O TapTon vem integrado no aplicativo, a conta digital não tem mensalidade, o suporte funciona 24 horas por dia e a garantia é vitalícia, como nas outras maquininhas da linha.

A diferença de preço entre a T3 comum (R$ 127,68) e a T3 Smart (R$ 175,20 com cupom) fica abaixo de R$ 50.

Para quem realmente vai usar Android, chip 4G e bateria mais forte, esse valor costuma se justificar sem dificuldade.

O preço cheio da T3 Smart é R$ 219, mas com o nosso cupom o valor cai para 12x de R$ 14,60, totalizando R$ 175,20. Não há cobrança de aluguel nem mensalidade, o que ajuda a manter o custo previsível ao longo do tempo.

O ponto negativo é que, por rodar Android, ela leva poucos segundos a mais para ligar em comparação com maquininhas mais simples. Além disso, alguns aplicativos de terceiros podem apresentar instabilidade, já que nem todos são pensados especificamente para rodar em maquininhas de pagamento.

No geral, é uma boa escolha para quem trabalha precisa integrar aplicativos ou quer uma maquininha mais completa sem partir para modelos bem mais caros.

6. Yelly Pro (Plano Max) — Taxas iguais pra CPF e CNPJ: Parcela em até 18x com a menor taxa no parcelado

Bateria de 12 horas
Pagamento por aproximação (NFC)
Aceita Pix QR Code
Conexão Wifi e Chip de Dados
Comprovante impresso
Sem aluguel
De: R$ 497,00 por 12x de R$ 29,78
ou R$ 357,30 à vista
Taxas iguais CPF e CNPJ: 1,39% débito / 2,91% crédito (Plano Max)
Pix 0,50%: metade do que a maioria cobra (0,99%)
Chip 4G grátis + Wi-Fi – sem mensalidade de conexão
Aceita vouchers: Alelo, Sodexo, Ticket (CNPJ área alimentícia)
Garantia vitalícia + Taxas fixas sem limite de faturamento

A Yelly Pro é uma maquininha focada em taxas fixas, pensada para quem quer previsibilidade no custo das vendas.

Na simulação de R$ 10 mil em faturamento, ela já se mostra competitiva, e a economia tende a aparecer com mais clareza conforme o volume cresce.

Ela ficou em sexto lugar no ranking principalmente por causa do custo inicial, que é mais alto: R$ 357,30 à vista, ou 12x de R$ 29,78 com cupom de 10% de desconto. É quase três vezes o valor de uma maquininha da Ton, que custa em torno de R$ 127.

Por outro lado, quando o assunto são as taxas, a Yelly entrega um dos custos operacionais mais baixos do mercado.

Um ponto que pesa bastante é o fato de aplicar as mesmas taxas tanto para CPF quanto para CNPJ.

Muitas operadoras cobram mais de quem vende como pessoa física ou sequer aceitam CPF, enquanto a Yelly mantém as condições iguais.

As taxas do Plano Max (receber no dia seguinte):

  • Pix: 0,50%
  • Débito: 1,39%
  • Crédito à vista: 2,91%
  • Parcelado em 12x: 12,01%
  • Parcelado em 18x: 16,03%

Em volumes maiores, essa diferença fica clara. Para quem vende cerca de R$ 50 mil por mês no crédito, a economia em relação a outras operadoras pode chegar a aproximadamente R$ 115 por mês.

Em um ano, isso representa algo perto de R$ 1.400 apenas em taxas, o que faz o valor mais alto da maquininha se pagar em poucos meses.

Além disso, a Yelly não trabalha com taxas promocionais por tempo limitado. As taxas contratadas são as mesmas independentemente do faturamento ou do tempo de uso, sem aquele período inicial barato que depois aumenta.

Isso ajuda bastante quem prefere estabilidade e quer saber exatamente quanto vai pagar no longo prazo. Outro ponto forte é o parcelamento em até 18 vezes no cartão, um prazo acima do que a maioria das maquininhas oferece.

Para quem vende produtos ou serviços de ticket mais alto, mais parcelas costumam facilitar a decisão do cliente.

No Pix, a taxa é de 0,50%, enquanto muitas concorrentes cobram 0,99% depois do período promocional. Não é isento, mas fica abaixo da média praticada no mercado.

A Yelly Pro vem com chip 4G gratuito e Wi-Fi integrado, sem mensalidade de conexão. A bateria aguenta um dia inteiro de trabalho, com mais de 8 horas de uso. O modelo conta com tela touchscreen, teclado físico e permite imprimir comprovantes ou enviar por SMS.

Ela aceita as principais formas de pagamento: cartão com chip, aproximação (NFC), tarja magnética, Pix direto na tela, além de Apple Pay e Google Pay.

Também aceita vouchers de vale-refeição e vale-alimentação, como Alelo, Sodexo e Ticket, para quem atua com CNPJ na área de alimentação.

A Yelly tem Selo RA1000 no Reclame Aqui e um bom histórico de atendimento. A garantia é vitalícia e, em caso de defeito, o equipamento é substituído.

O principal ponto negativo é o investimento inicial, que pode pesar para quem está começando. No geral, a Yelly Pro faz mais sentido para quem já vende acima de R$ 10 mil por mês e quer reduzir o custo das taxas ao longo do tempo.

Para quem vende pouco ou está começando agora, modelos mais baratos acabam sendo mais vantajosos, já que a economia nas taxas ainda não compensa o valor inicial mais alto.

7. Point Pro 3 — Bom custo-benefício, taxas acessíveis e ótima para autônomos.

Bateria de longa duração
3 anos de garantia
Aceita Pix QR Code
Conexão Wifi e Chip de Dados
Comprovante impresso
Sem aluguel
De: R$ 718,00 por 12x de R$ 10,41
ou R$ 125,91 à vista
Bateria de 48 horas: a mais longa do mercado (5100 mAh)
Chip 4G ilimitado grátis (Tim, Claro, Vivo) + Wi-Fi 5 GHz
Integração total: Mercado Pago + Mercado Livre em um ecossistema
Recebe na hora: até em finais de semana e feriados
Garantia 3 anos + bobinas grátis ilimitadas

Se você já vende principalmente pelo Mercado Livre ou usa o Mercado Pago no dia a dia, usar outra maquininha acaba dando mais trabalho na hora de organizar e transferir o dinheiro. A Point Pro 3 resolve isso ao manter tudo integrado no mesmo ecossistema.

Ela aparece em sétimo lugar no ranking como uma boa opção para quem já tem conta no Mercado Pago ou concentra boa parte das vendas no Mercado Livre. Fora desse cenário, outras maquininhas costumam fazer mais sentido.

O principal ponto positivo da Point Pro 3 é a integração com o ecossistema Mercado Pago. As vendas caem direto na conta digital, que também concentra saldo, investimentos, cartão e acesso a crédito, tudo no mesmo lugar.

O preço fica na faixa intermediária da nossa lista: R$ 139,90 à vista ou 12x de R$ 11,65 sem juros, considerando o desconto atual.

É mais barata que a Yelly e mais cara que a PagBank, mas se diferencia pela autonomia de bateria e pelo chip 4G ilimitado.

As taxas do Mercado Pago são progressivas e variam conforme o faturamento mensal:

Primeiros 30 dias ou até R$ 3 mil em vendas:

  • Débito: 0,74%
  • Crédito à vista: 0,74%
  • Parcelado em 12x: 8,99%

Depois da promoção (acima de R$ 10 mil/mês):

  • Débito: 1,61%
  • Crédito à vista: 3,85%
  • Parcelado em 12x: 13,69%

A Point Pro 3 faz mais sentido para quem já usa o ecossistema Mercado Pago e valoriza a praticidade de ter tudo integrado.

Para quem busca apenas as menores taxas, os primeiros colocados do ranking costumam ser mais vantajosos.

Um ponto que chama bastante atenção é a bateria. São 5.100 mAh, com autonomia que pode chegar a até 48 horas de uso contínuo, uma das maiores do mercado.

Para quem trabalha em eventos longos, feiras ou passa o dia inteiro vendendo sem acesso fácil a tomada, isso evita recargas constantes.

Ela vem com chip 4G gratuito e ilimitado, com opção de operadora entre Tim, Claro ou Vivo, além de Wi-Fi com suporte a 5 GHz, o que ajuda na estabilidade da conexão. Não há cobrança de mensalidade de dados.

A maquininha aceita as principais formas de pagamento: cartão com chip, aproximação (NFC), tarja magnética, Pix por QR Code ou aproximação direto na tela, além de Apple Pay, Google Pay e Samsung Pay.

Também aceita vouchers como Alelo, VR, Ticket e Pluxee para CNPJ na área de alimentação.

O dinheiro das vendas cai na hora na conta digital Mercado Pago, inclusive em finais de semana e feriados.

O saldo pode render até 105% do CDI, e o usuário tem acesso a investimentos, cartão de crédito sem anuidade e linhas de crédito para o negócio, tudo pelo aplicativo.

Outro recurso interessante é a possibilidade de repassar os juros do parcelamento para o cliente, permitindo dividir o pagamento em até 12 vezes sem que isso pese no caixa do vendedor.

A garantia é de 3 anos e as bobinas de impressão são gratuitas e ilimitadas, solicitadas diretamente pela maquininha ou pelo aplicativo.

O Mercado Pago também oferece o Point Tap, que transforma o celular em uma maquininha por aproximação, funcionando como apoio quando o movimento aumenta.

O principal ponto negativo está nas taxas, que são mais altas do que as líderes do ranking. Mas, se você não usa o ecossistema Mercado Pago, boa parte dos benefícios se perde.

No geral, a Point Pro 3 é indicada para quem já vende pelo Mercado Livre, usa o Mercado Pago como conta principal e precisa de uma maquininha com bateria de longa duração. Fora desse perfil, outras opções tendem a entregar mais vantagem em custo de taxa.

8. SumUp Total — Bateria que dura o dia todo e sobrevive a quedas, chuva e o tranco do dia a dia nas ruas

Bateriz que dura o dia todo
30 dias de teste
Aceita Pix QR Code
Conexão Wifi e Chip de Dados
Comprovante impresso
Sem aluguel
De: R$ 598,80 por 12x de R$ 20,90
ou R$ 250,80 à vista
Mesmas taxas da SumUp Smart (2º lugar): Pix grátis + taxas progressivas conforme faturamento
Chip 3G ilimitado grátis + Wi-Fi – sem mensalidade
30 dias de teste: Se você não gostar da maquininha a SumUp devolve seu dinheiro.
Bateria 8+ horas: aguenta o dia inteiro de vendas
Teclado físico ultra-resistente: não trava, não quebra fácil
Imprime comprovantes + bobinas grátis

A SumUp Total havia sido descontinuada há alguns anos, mas voltou ao portfólio por demanda de clientes que trabalham com delivery, feiras e vendas externas. Ela é um modelo pensado para uso pesado, bem diferente das maquininhas mais modernas.

Ela aparece em oitavo lugar no ranking como uma das opções mais robustas para quem trabalha na rua e precisa de um equipamento que aguente o tranco do dia a dia.

As taxas da SumUp Total são as mesmas da SumUp Smart (2º lugar), que já mostramos anteriormente. A diferença está no hardware. A Total foi projetada para resistir mais, não para oferecer recursos avançados de tela ou aplicativos.

Enquanto muitas maquininhas atuais têm telas grandes, sensíveis ao toque e aparência de smartphone, a SumUp Total aposta em um teclado físico reforçado e uma tela pequena, sem touch.

O visual é simples e lembra modelos mais antigos, mas isso é proposital. Essa escolha de design deixa a maquininha bem mais resistente que a média.

Para quem trabalha em feiras, eventos ao ar livre, delivery de moto ou em ambientes onde o equipamento está sujeito a quedas e impactos, a Total aguenta melhor esse tipo de uso. 

A bateria foi pensada para longas jornadas. Em uso contínuo, passa de 8 horas sem dificuldade. Com uso mais moderado, pode chegar a até dois dias sem precisar recarregar.

Ela vem com chip 3G ilimitado gratuito e Wi-Fi, sem cobrança de mensalidade. Não depende do celular para funcionar: basta ligar e usar.

A SumUp Total imprime comprovantes na hora. A impressora é mais resistente que a média, e as bobinas são fornecidas gratuitamente, com reposição solicitada pelo aplicativo da SumUp.

Aceita as principais formas de pagamento, como cartão com chip, aproximação (NFC), tarja magnética e Pix direto na tela. Também aceita Caixa Tem, o que é relevante para quem atende público de renda mais baixa. Para CNPJ, aceita vouchers como VR e Ticket.

Ela vem com a mesma conta digital SumUp Bank gratuita da SumUp Smart. As vendas são recebidas no dia seguinte, há Pix gratuito, cartão de débito e a opção de Link de Pagamento para vendas online.

A SumUp é uma empresa alemã com mais de 10 anos de atuação no Brasil e possui selo RA1000 no Reclame Aqui. O suporte é ativo e a garantia costuma ser cumprida sem complicações.

O valor é 12x de R$ 20,90 sem juros, totalizando R$ 250,80 à vista com desconto. Não há cobrança de aluguel nem mensalidade.

O ponto negativo está no design, que é claramente ultrapassado. Para quem se importa com estética ou quer uma maquininha com visual moderno, essa não é a melhor opção. A tela pequena também dificulta a navegação em menus mais complexos.

No geral, a SumUp Total faz mais sentido para quem trabalha na rua, em eventos, feiras ou delivery e precisa de uma maquininha resistente, feita para aguentar uso intenso.

Para quem tem ponto fixo e busca uma maquininha smart, com tela grande e mais recursos, a SumUp Smart acaba sendo uma escolha mais adequada.

9. Moderninha Pro 2 — Preço justo, taxas competitivas e o dinheiro cai na hora.

Bateria de longa duração
Pagamento por aproximação (NFC)
Aceita Pix QR Code
Conexão Wifi e Chip de Dados
Comprovante impresso
Sem aluguel
De: R$838,80 por 12x de R$ 8,99
ou R$ 107,88 à vista
Mesmas taxas da Pro Fit (4º lugar): taxa zero 30 dias + progressivas
Bateria de 36 horas: segunda mais longa do ranking
Chip 4G ilimitado grátis + Wi-Fi – sem mensalidade
Aceita vouchers: Alelo, Sodexo, VR, Ticket (CNPJ área alimentícia)
Garantia de 5 anos + bobinas grátis + frete grátis

A Moderninha Pro 2 do PagBank é um modelo clássico do mercado. Foi uma das maquininhas que, anos atrás, ajudaram a popularizar a ideia de vender sem pagar aluguel ou mensalidade, algo que hoje virou padrão no setor.

Ela fecha o ranking em nono lugar. O preço é de R$ 107,88 à vista, ou 12x de R$ 8,99.

Não é a maquininha mais barata do mercado, mas ainda se mantém em uma faixa acessível, principalmente entre os modelos que têm impressora integrada.

As taxas da Moderninha Pro 2 são as mesmas da Moderninha Pro Fit, que aparece no 4º lugar do ranking. A diferença não está nas taxas, mas no formato e nos recursos.

A Pro 2 é um modelo mais antigo, porém mais completo em alguns pontos, como bateria e impressão de comprovantes.

Ela aparece em 9º lugar porque hoje existem opções mais modernas, com taxas melhores ou propostas mais equilibradas de custo-benefício. Ainda assim, continua sendo uma maquininha confiável e bastante conhecida no mercado.

O principal destaque da Pro 2 é a bateria. Segundo o PagBank, ela pode chegar a até 36 horas de uso contínuo, ficando entre as baterias mais longas do nosso comparativo, atrás apenas da Point Pro 3.

Ela vem com chip 4G ilimitado gratuito e Wi-Fi, sem cobrança de mensalidade de conexão. A impressora integrada permite imprimir comprovantes ou enviar o recibo por SMS para o cliente.

Aceita praticamente todas as formas de pagamento: cartão com chip, aproximação (NFC), tarja magnética e Pix por QR Code direto na tela.

Para CNPJ na área de alimentação, também aceita vouchers como Alelo, Sodexo, VR e Ticket.

Um ponto interessante é a possibilidade de compartilhar a maquininha com até seis contas PagBank diferentes.

O dinheiro das vendas cai na hora na conta digital PagBank, inclusive aos finais de semana e feriados. A conta é gratuita, oferece cartão de crédito com limite garantido (sem análise tradicional) e rende mais que a poupança.

A Moderninha Pro 2 tem garantia de 5 anos, uma das mais longas do mercado. As bobinas de impressão são gratuitas e podem ser solicitadas diretamente pelo aplicativo.

O valor é 12x de R$ 8,99 sem juros, totalizando R$ 107,88 à vista, com frete grátis. Não há cobrança de aluguel nem mensalidade.

O ponto negativo é que ela não compensa para quem busca as taxas mais baixas do mercado, nesse quesito, Ton, SumUp e Yelly oferecem condições melhores.

No geral, a Moderninha Pro 2 faz sentido para quem quer uma maquininha PagBank com bateria longa, impressão de comprovantes e a possibilidade de uso compartilhado entre várias contas.

Para quem prioriza taxas menores ou visual mais moderno, outras opções do ranking acabam sendo mais vantajosas.

10. Point Smart 2 — A Smart do Mercado Pago com bateria que dura até 3 dias

Bateria de longa duração
Tela touchscreen
Aceita Pix QR Code
Conexão Wifi e Chip de Dados
Comprovante impresso
Sem aluguel
De: R$ 840,80 por 12x de R$ 17,24
ou R$ 206,91 à vista
Bateria de 72 horas: a mais longa do mercado (3 dias sem carregar)
Android 12 + Chip 4G grátis + conexão Wi-Fi
Sistema completo de gestão com catálogo de produtos e relatórios na própria tela.
Recebe na hora: até em finais de semana e feriados 
Tela 5,5″ 100% touchscreen: navegação sem botões físicos

A Point Smart 2 do Mercado Pago aparece na décima posição do ranking. É a segunda maquininha mais cara da lista, custando R$ 206,91 à vista ou 12x de R$ 17,24.

Ela não entra como custo-benefício, mas sim como uma opção focada em tecnologia e estrutura para quem tem operação maior.

As taxas são as mesmas da Point Pro 3 (7º lugar), com modelo progressivo conforme o faturamento e promoção inicial de 0,74% nos primeiros 30 dias. Ou seja, o diferencial aqui não está nas taxas, e sim no equipamento em si.

A principal diferença em relação à Pro 3 está no formato. A Point Smart 2 é totalmente touchscreen, com tela de 5,5 polegadas, enquanto a Pro 3 ainda utiliza teclado físico. Na prática, isso muda bastante a experiência de uso.

A tela grande e sensível ao toque funciona bem em balcão fixo. Dá para usar a maquininha quase como um pequeno PDV: cadastrar produtos, organizar vendas, acompanhar relatórios e navegar pelo sistema, sem depender de botões físicos.

Outro ponto onde ela realmente se destaca é a bateria. Segundo o Mercado Pago, pode chegar a até 72 horas de uso, o equivalente a três dias sem carregar.

Para eventos longos, feiras de vários dias ou estabelecimentos que ficam muitas horas abertos, isso reduz bastante a preocupação com tomada.

Ela roda Android 12, o que deixa o sistema mais fluido e rápido no dia a dia, além de permitir a instalação de aplicativos complementares dentro do ecossistema Mercado Pago.

Vem com chip 4G gratuito e Wi-Fi de 5.8 GHz, oferecendo conexão mais estável e rápida que o padrão comum. A impressora integrada imprime comprovantes na hora, e as bobinas são fornecidas sem custo adicional.

Aceita praticamente todas as formas de pagamento: cartão com chip, aproximação (NFC), tarja magnética e Pix, tanto por QR Code quanto por aproximação.

Para quem tem CNPJ na área de alimentação, também aceita vouchers como Alelo, VR, Ticket e Pluxee.

O dinheiro das vendas cai na hora na conta digital Mercado Pago, inclusive em finais de semana e feriados. A conta rende até 105% do CDI e mantém os recursos tradicionais do ecossistema, como cartão de crédito, acesso a crédito e link de pagamento.

A garantia é de 3 anos, e o suporte do Mercado Pago funciona dentro do padrão esperado da plataforma.

No geral, a Point Smart 2 faz sentido para quem tem comércio fixo, balcão estruturado e volume alto de vendas (acima de R$ 20 mil por mês), priorizando tecnologia, tela grande e bateria de longa duração.

Por outro lado, não é a melhor escolha se o foco for custo-benefício, mobilidade ou baixo volume de vendas. O preço mais alto e o tamanho maior fazem com que outras maquininhas do ranking sejam opções mais eficientes nesses casos.

Quais maquininhas evitar em 2026 (e por quê)

Nem toda maquininha funciona bem para todo tipo de negócio. Algumas até parecem interessantes no começo, mas, com o tempo, as taxas acabam levando uma parte grande do lucro.

Isso pesa ainda mais quando o volume de vendas é menor ou quando a maioria das vendas acontece em um único tipo de pagamento.

A seguir, você vai ver em quais situações certas maquininhas costumam não compensar, com exemplos reais de marcas, planos e modelos, usando taxas atualizadas de janeiro de 2026 e a experiência prática de quem usa essas máquinas no dia a dia.

Quando o débito é a principal forma de pagamento

Negócios como mercados, padarias, bares e conveniências sentem rápido quando a taxa de débito é alta.

Algumas maquininhas cobram uma taxa fixa no débito, que não muda mesmo se você vender pouco. Um exemplo é a InfinitePay no Plano Nitro, que cobra 2,29% no débito para receber na hora, independentemente do volume. Para quem vende muito no débito, isso pesa todo mês.

Agora, é importante o detalhe: essa taxa só vale para quem quer receber na hora. Se você escolher receber em 1 dia útil, a taxa cai para 1,37%. Muita gente paga mais caro sem perceber só por deixar o Nitro ligado.

A Point Pro 3, do Mercado Pago, também costuma ficar atrás dos concorrentes no débito. Mesmo vendendo acima de R$ 10 mil por mês, a taxa gira em torno de 1,61%, enquanto maquininhas como Ton e Yelly conseguem trabalhar com percentuais menores.

Nesse cenário, maquininhas com taxa mais baixa e estável no débito acabam sendo mais vantajosas do que planos que parecem bons, mas não ajustam a taxa conforme o volume.

Quando a maior parte das vendas é no crédito à vista

No crédito à vista, o problema geralmente está na antecipação.

A InfinitePay, novamente no Plano Nitro, cobra 5,99% no crédito à vista para receber na hora. Para quem fatura cerca de R$ 10 mil por mês nessa modalidade, a diferença em relação a concorrentes como a Ton, que trabalha perto de 3,5%, é sentida rapidamente no caixa.

A SumUp também merece atenção nesse ponto. Para quem vende pouco, a taxa de crédito à vista pode chegar a 3,99%, só ficando mais interessante quando o faturamento mensal já é mais alto.

Já a PagBank (Moderninha), no plano básico, cobra 4,99% no crédito à vista para quem vende até R$ 2 mil por mês. Na prática, quase 5% da venda fica na taxa, o que é pesado para negócios pequenos.

Aqui, vale redobrar o cuidado com planos que prometem rapidez no recebimento, mas cobram caro por isso.

Quando o parcelado faz parte da rotina

Aqui é onde muita gente perde dinheiro sem perceber.

No parcelado longo, especialmente em 10 ou 12 vezes, a diferença entre uma maquininha e outra pode passar fácil de mil reais no mês.

A PagBank, no plano básico, é um exemplo claro disso. Em 12 parcelas, a taxa pode chegar a 22,59% para quem fatura até R$ 2 mil por mês. Em vendas maiores, isso representa uma fatia enorme do faturamento indo embora em taxas.

A InfinitePay, novamente no Plano Nitro, também cobra caro no parcelado, chegando perto de 19% em 12x para quem quer receber na hora.

Já a Point Pro 3, do Mercado Pago, cobra algo em torno de 13,69% em 12x, mesmo para quem vende acima de R$ 10 mil por mês. Ainda assim, fica acima de maquininhas como Ton e Yelly, que trabalham mais próximas da faixa de 12% a 13%.

Para quem vende roupas, móveis, eletrônicos ou qualquer produto de ticket mais alto, errar aqui significa vender bem e lucrar pouco.

Quando o volume de vendas ainda é baixo (até R$ 5 mil por mês)

Algumas maquininhas simplesmente não fazem sentido para quem está começando.

Modelos mais caros, como a SumUp Smart, que custa em torno de R$ 178,80, só se pagam rápido quando o faturamento já é alto. Para quem vende menos de R$ 20 mil por mês, a taxa acaba ficando parecida com maquininhas mais baratas.

A Yelly Pro é outro exemplo. Ela é a mais cara da nossa lista de melhores maquininhas, custando cerca de R$ 357,30. Para quem ainda tem volume baixo, o investimento inicial pesa e demora a se justificar.

Já a InfiniteSmart aceita apenas CNPJ. Quem vende no CPF, como autônomos ou pequenos vendedores informais, simplesmente não consegue usar.

Para quem está começando, maquininhas mais acessíveis e com taxas equilibradas costumam ser escolhas mais seguras.

Maquininhas que dependem do celular para funcionar

Hoje existem três tipos de solução no mercado:

  • Maquininhas com chip e internet grátis.
  • Maquininhas que dependem do celular via Bluetooth.
  • Aplicativos que transformam o próprio celular em maquininha.

Todas funcionam, mas não são ideais para o mesmo perfil.

Modelos que dependem de celular, como algumas versões mais simples da Point ou soluções de app, funcionam bem para vendas ocasionais. Mas, no dia a dia, ligar Bluetooth, abrir aplicativo e depender de bateria e conexão acaba atrapalhando quem atende vários clientes por dia.

Para negócios com movimento constante, maquininhas com 4G integrado, como Ton, Yelly, SumUp e outras do mesmo nível, tendem a ser mais práticas e confiáveis.

Não é que a tecnologia seja ruim. Ela só não é a melhor escolha para todo mundo.

Sobre maquininhas ligadas a bancos tradicionais

Cielo, Rede e GetNet funcionam de forma diferente das maquininhas independentes. Elas costumam ser oferecidas para clientes dos próprios bancos, como Itaú e Santander, e as taxas variam bastante conforme o perfil do negócio e a negociação com o gerente.

Para empresas maiores, essas maquininhas podem fazer sentido. Para pequenos e médios vendedores, porém, é comum encontrar taxas mais altas ou cobrança de aluguel mensal, o que pesa no custo final.

Hoje, muitas maquininhas independentes acabam sendo mais simples, mais transparentes e mais baratas para o varejo tradicional.

Como escolher a melhor maquininha para o seu negócio

Escolher uma maquininha de cartão envolve mais do que comparar taxas. A maquininha certa pro seu negócio depende do volume de vendas, do prazo de recebimento, da estabilidade da conexão e da facilidade de uso no dia a dia.

“Qual maquininha tem a menor taxa?” costuma ser a primeira pergunta de quem começa a pesquisar. O problema é que, depois muitos meses avaliando maquininhas, a gente viu que essa pergunta, sozinha, quase sempre leva à escolha errada.

Enquanto avaliávamos maquininhas para este comparativo, apareceram situações bem diferentes: um café pequeno que perde vendas quando a máquina demora a aprovar e um vendedor ambulante que fica na mão quando a bateria acaba no meio da tarde. Taxa baixa não resolve nenhum desses problemas.

O que avaliar antes de escolher uma maquininha de cartão?

Antes de mais nada, pensa nessas coisas sobre o seu negócio — isso evita escolhas que parecem boas no anúncio, mas dão dor de cabeça no uso real:

  • Qual é o seu volume médio de vendas por mês?
  • Você precisa do dinheiro na hora (D+0) ou no dia seguinte (D+1), ou pode esperar mais para pagar menos taxa?
  • Precisa de comprovante impresso ou um registro digital já resolve?

Tem outra coisa que a galera erra muito: olhar apenas a taxa destacada na propaganda. O custo real da maquininha envolve mais fatores do que apenas esse número. Na conta final, entram:

  • Taxas de débito, crédito e parcelamento
  • Prazo de recebimento do dinheiro
  • Custos de antecipação, se você precisar usar
  • Valor da máquina e possíveis planos

Aí você vê que aquela propaganda não compensa tanto assim.

Metodologia de pesquisa: como classificamos e comparamos as maquininhas

A gente não fez esse ranking só olhando site e tabela de preço. Durante alguns meses, testamos e pesquisamos mais de 15 maquininhas de cartão.

Testamos a usabilidade real. Algumas máquinas até têm boas taxas, mas exigem vários passos no terminal de pagamento para concluir uma venda simples, e na correria isso não funciona.

A velocidade foi outro critério decisivo. Em cada teste, medimos o tempo desde ligar a máquina até a aprovação de um pagamento por aproximação. Em ambientes com fila, uma diferença de poucos segundos se acumula rápido e afeta diretamente a experiência do cliente.

Além dos testes técnicos, conversamos com empreendedores que usam essas maquininhas no dia a dia (de lojistas a vendedores de rua) para entender o que realmente pesa depois da compra.

Com base nisso tudo, a gente olhou:

  • Taxas praticadas em crédito, débito, parcelado e Pix
  • Custo inicial para começar a usar a maquininha
  • Estabilidade da conexão e do aplicativo
  • Existência (ou não) de mensalidade

Um ponto importante: todas as maquininhas indicadas neste guia não cobram mensalidade. A ideia foi evitar custos fixos que impactam diretamente quem vende pouco ou tem faturamento irregular.

Por que você precisa de uma maquininha

Você já deve saber que aceitar cartão e Pix não é opcional. A questão não é se você precisa de uma maquininha de cartão, mas sim qual aguenta a rotina do seu negócio sem virar um problema diário.

Escolher o modelo errado gera perdas que quase nunca aparecem de forma clara: vendas canceladas por lentidão, clientes desistindo na fila ou custos que só aparecem no fim do mês. É por isso que nesse comparativo que montamos, o foco não está em promessas genéricas, mas no desempenho real das maquininhas no dia a dia.

Perguntas frequentes sobre maquininha de cartão

Qual maquininha de cartão tem a menor taxa?

A maquininha com a menor taxa inicial hoje é a Ton T3, que cobra 0,38% no débito e no crédito à vista durante os primeiros 30 dias. Depois desse período, as taxas passam a variar conforme o faturamento mensal.

Na prática, isso funciona bem para quem está começando ou quer testar a maquininha sem pagar caro no início.

Já quem prefere taxas fixas, sem depender de promoções, encontra na Yelly Pro uma alternativa com valores estáveis ao longo do tempo.

Para comparar as taxas de todas as principais maquininhas do mercado, confira nosso ranking completo de maquininhas com menor taxa.

Como escolher a melhor maquininha de cartão?

A melhor maquininha de cartão depende principalmente do quanto você vende por mês e do tipo de negócio que tem. Quem fatura pouco costuma se beneficiar de modelos mais simples, enquanto volumes maiores pedem taxas progressivas ou recursos extras.

Além do faturamento, vale considerar se você precisa aceitar vouchers, se vende como CPF ou CNPJ e se precisa de funções como controle de estoque. Esses pontos fazem mais diferença no dia a dia do que apenas olhar a menor taxa.

Qual maquininha de cartão aceita vale-refeição e alimentação?

As maquininhas que aceitam vale-refeição e vale-alimentação incluem modelos da Ton, SumUp, PagBank, Yelly e Mercado Pago, desde que habilitadas para vouchers como Alelo, VR, Ticket e Sodexo.

Na maioria dos casos, é exigido CNPJ na área de alimentação. A Ton foge um pouco desse padrão ao permitir habilitação também no CPF, mas isso normalmente precisa ser solicitado diretamente ao suporte.

Fizemos uma análise detalhada comparando taxas e facilidade de habilitação: maquininhas que aceitam VR e VA.

Qual a melhor maquininha de cartão para quem vende pouco?

Para quem vende menos de R$ 5 mil por mês, o Ton costuma ser uma das opções mais equilibradas. Ela tem preço acessível, aceita CPF e oferece taxas promocionais que ajudam bastante no começo.

Esse tipo de maquininha costuma atender bem quem está iniciando, trabalhando sozinho ou validando um negócio. Outras opções podem compensar mais apenas quando o faturamento começa a crescer.

Pessoa física pode ter maquininha de cartão?

Sim, pessoa física pode ter maquininha de cartão no Brasil. Hoje, marcas como Ton, PagBank, Yelly e SumUp permitem cadastro usando apenas CPF.

O ponto de atenção está nas taxas: nem todas as maquininhas aplicam os mesmos valores para CPF e CNPJ. Nesse cenário, Ton e Yelly costumam ser mais indicadas para pessoa física, pois mantêm as mesmas taxas independentemente de vender no CPF ou no CNPJ, o que evita surpresas no custo das vendas, especialmente para quem vende com frequência.

Qual maquininha de cartão tem a menor taxa de juros no parcelamento?

Atualmente, a Yelly Pro oferece uma das menores taxas de parcelamento em 12 vezes, além de permitir dividir em até 18 parcelas. As taxas são fixas e não mudam conforme o faturamento.

Outras maquininhas, como Ton e InfinitePay, também têm boas condições, mas costumam variar conforme promoções ou prazo de recebimento. Isso faz diferença no custo final das vendas parceladas.

Comparamos as taxas de parcelamento em 12x de todas as principais maquininhas: maquininhas com a menor taxa no crédito parcelado.

Como funciona maquininha de cartão no celular?

A maquininha de cartão no celular funciona de duas formas: com um aparelho físico conectado via Bluetooth ou por aplicativos que transformam o celular em maquininha por aproximação.

Esses apps usam o NFC do smartphone e costumam servir como alternativa prática para emergências ou para complementar o atendimento em momentos de muito movimento.

Quanto custa uma maquininha de cartão?

O preço de uma maquininha de cartão varia bastante, mas a maioria dos modelos fica entre R$ 100 e R$ 180.

Existem opções mais baratas e outras mais completas, voltadas para quem vende mais.

Qual maquininha de cartão não cobra mensalidade?

Hoje, as principais maquininhas do mercado não cobram mensalidade. Você paga apenas as taxas sobre cada venda realizada.

Em muitos casos, o chip de internet também já vem incluso, o que evita custos extras no uso diário da maquininha.

Qual a melhor maquininha de cartão para MEI?

Para MEI, a Ton T3 costuma ser uma escolha prática por aceitar CNPJ MEI, ter preço acessível e incluir chip de internet sem custo adicional.

Quem já tem um faturamento maior pode se beneficiar de modelos mais completos, como a SumUp Smart, que ajudam na organização do negócio.

Para uma análise mais detalhada considerando todas as necessidades de quem é MEI, confira: melhor maquininha de cartão para MEI.

Qual a melhor maquininha de cartão para CPF?

Entre as maquininhas que aceitam CPF, a Ton T3 se destaca por manter as mesmas taxas aplicadas ao CNPJ, o que não é comum no mercado.

Outras opções, como a Yelly Pro, também aceitam CPF, mas costumam compensar apenas para quem já vende valores mais altos por mês.

Veja a comparação completa de todas as opções para pessoa física: melhor maquininha de cartão para CPF.

Qual a melhor maquininha de cartão para autônomos e pequenos negócios?

Para autônomos que faturam até R$ 10 mil por mês, maquininhas simples e com taxas equilibradas, como a Ton T3, costumam atender bem.

Já pequenos negócios com faturamento maior geralmente se beneficiam de modelos com PDV e controle de estoque, que ajudam na gestão do dia a dia.

Adquira a melhor maquininha agora

Nossa principal escolha é a T3 do Ton no Plano Max — ela reúne os principais pontos que buscamos nos testes: menores taxas, boa velocidade de aprovação, segurança nas transações e suporte confiável.

Para resumir, essas são as melhores maquininhas em 2026…

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Vitor Silveira
Editor Chefe no Maquininha Certa

Produtor de conteúdo em diversos portais com foco em ajudar as pessoas a lidar melhor com as finanças. Especialista em soluções de pagamentos para pequena e médias empresas.